Este é um espaço para comentar a vida de todos os dias. Deixe a sua opinião

24
Mar 12

Oi pessoal, já lá vai um tempo que não escrevo nada neste blog, foram várias as razões para tal. Preguiça; falta de tempo e/ou inspiração; falta de assunto, bem desculpas poderia encontrar imensas.

Espero que me desculpem e vou, prometo, a partir de agora versar as minhas prosas mais frequentemente neste local bastante aprazível.

 

Queria aqui expressar as muitas saudades que tenho do meu querido irmão que nos deixou prematuramente em 14 de Outubro de 2011, tinha 54 anos,

deixou uma família extraordinária e da qual eu fico orgulhoso de pertencer.

 

Ficamos muito mais pobres com esta inoportuna partida, mas enfim, a vida continua e temos todos de tentar ultrapassar estas provas que a vida nos semeia no caminho.

 

Muitos beijinhos a toda a familia e aqui deixo a minha admiração.

publicado por Luis Dias às 22:38

19
Fev 11

Caros leitores/seguidores deste humilde Blogue, é com tristeza e um pouco de indignação que agarro esta oportunidade de escrever estas linhas.

  

A guerra contra a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer quase tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Toda a classe politica, incluindo a governante, [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas e aumentos de impostos a pagar.

pois bem vou aqui deixar algumas dicas, 29 possibilidades de se poupar e/ou fazer dinheiro neste País:

 

Comecem por

 

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º empregos;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euros/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial e reforma respectivos.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros e não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia... Acabar com o pagamento de 200 € por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc..., que se deslocam em digressões particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis...

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes às oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;

25. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

29. Pôr os Bancos a pagar impostos.

 

Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças e políticos deste País, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado;

Portugueses, indignem-se, revoltem-se, utilizem o poder que têm, exerçam as vossas obrigações civicas.

 

MUDEMOS  NOSSA MENTALIDADE

VIVA PORTUGAL


05
Dez 10

"Mea Culpa, Mea Culpa"

 

Caros leitores, se ainda existem alguns.

 

Realmente não tenho palavaras para vos explicar o porquê da minha, tão demorada, ausencia. Ainda por coma, tive muitas novidades para vos comunicar, entre outras, casei, deixei de fumar, etc.

 

Mas bom cá estou eu outra vez e sim, desta vez casado e não fumador.

 

Estive de novo na Suiça, o meu irmão quiz que lá fosse visita-lo, e como a Manu, a minha conjuge, não conhecia, lá fomos nós passar 12 dias impecáveis.

 

Gostámos imenso, fomos muito bem recebidos por toda a familia, a Manu gostou expecialmente do país, completamente diferente do nosso, como seria de imaginar. La consegui conhecer sobrinhos-netos, que ainda não tinha conhecido e voltar a ver amigos que já não via desde o meu regresso definitivo a Portugal, por outro lado a Suiça, em si, não modificou muito. Por sorte apanhámos um tempo expectacular, conseguimos visitar muita coisa, mas muita outra ficou por ver.

 

Bom vou ficar por aqui, prometo que não vou ficar ausente tanto tempo outra vez, mas como diz o povo "mais vale trade que nunca".

 

Grande abraço e até breve com mais noticias.

 

Como estava linda a minha noiva!!!!!

 

Ps:Feliz Natal a todos

publicado por Luis Dias às 20:52
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22
Abr 10

 Caros Amigos e Leitores, apresento aqui as minhas mais sinceras desculpas por esta ausência demasiado longa. Para me deculpar, se for possivel, deixo aqui a teoria do nosso famoso humorista dos "Gato Fedorento", sobre natureza e não só, riam que por enquanto ainda é de "borla".

 

 

Eis o flagelo do Eyjafjallajokull

Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador?

3:45 Quinta-feira, 22 de Abr de 2010

Que reflexão merece a erupção do vulcão Eyjafjalla, situado em Eyjafjallajokull? Primeiro, uma constatação linguística: aquilo que, para nós, é escrever letras à balda no teclado, para os islandeses é toponímia. Eyjafjallajokull é o tipo de palavra que aparece se eu fechar os olhos e carregar aleatoriamente em teclas. Na Islândia, é um sítio. Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador? Não sei, e a comunicação social parece mais interessada em seguir o rasto às nuvens de cinza do que em falar das questões que verdadeiramente interessam, como esta.
Outro problema importante é o de investigar o modo como um amante da natureza deve olhar para o vulcão. Não faz especial sentido que uma pessoa que sofre pela extinção do lince da Malcata se alegre com a extinção do Eyjafjalla. Não é verdade que o Eyjafjalla é tão natural como o lince? Um vulcão é uma espécie de borbulha do planeta. Desenvolve-se e fermenta silenciosamente até esguichar um doloroso pus (espero não estar a ser demasiado técnico). Mas faz parte da natureza como um carvalho ou um golfinho. A única diferença é que os vulcões estão para a natureza como os convidados bêbados estão para uma festa. O anfitrião, como o amante da natureza, quer ter a mesma gentileza para com todos os convidados, mas há um que entorna coisas e apalpa senhoras. É o vulcão. Por isso, querendo ou não, todos nós sabemos, no íntimo, que há natureza de primeira e natureza de segunda: uma que deve ser protegida e apreciada e outra que é simplesmente desagradável. No entanto, por vezes cometem-se injustiças - e eu estou particularmente atento ao facto de, na natureza, haver filhos e enteados. É uma observação que faço amiúde na qualidade de amante da natureza mas, principalmente, na de apreciador de caracóis. Muitas vezes estou a desfrutar de um pires de caracóis e percebo o olhar de repugnância que alguém me dirige. E, quase sempre, não tem a ver com o barulho repenicado que faço a tirar o bicho da casca, mas simplesmente com o facto de eu estar a comer caracóis. O mais interessante é que, na esmagadora maioria dos casos, quem me censura por comer caracóis bebe leite e come ovos. O leite, recordo, é uma gosma produzida no interior de uma vaca, e os ovos são - não há como negá-lo - a menstruação da galinha. É impressionante a hipocrisia destes moralistas da nutrição. Mas, ultrapassada esta lógica e inevitável digressão pelo tema dos caracóis, voltemos à questão do vulcão.
Se há pensamento que deve alegrar-nos, nesta altura, é este: Portugal foi poupado aos mais violentos fenómenos naturais. Não somos arrasados por tornados, nem devastados por tsunamis. Não temos vulcões que nos aflijam nem avalanchas que nos soterrem. A natureza não tem culpa nenhuma de que Portugal esteja como está. É certo que, volta e meia, aparecem umas chuvas mais abundantes e, lá de longe em longe, um terramoto. Mas em geral o nosso clima é ameno e simpático, por muito que a comunicação social se esforce para descobrir desastres naturais em qualquer rabanada de vento. Ainda na semana passada, a fazer fé nos jornais, houve um minitufão no Algarve e outro em Lisboa. Na impossibilidade de sermos visitados por tufões, temos minitufões. Note-se que a expressão "minitufão" nem sequer faz sentido. Não há, por exemplo, microgigantes. Um minitufão é, na verdade, um tufinho. Na semana passada Portugal foi, portanto, assolado por dois tufinhos. Não é especialmente assustador.

 

 "de Ricardo Araújo Pereira"

 
publicado por Luis Dias às 23:57

19
Fev 10

Com toda a actualidade politica, encontrei este artigo que julgo interessante.

 

"O desinteresse pela actividade político-partidária constitui uma das preocupações actuais mais afloradas pela sociedade e pela opinião pública e publicada. Ainda não se conhecem as verdadeiras razões deste declínio, que afecta também o sindicalismo. Mas as crises económicas que não mais largaram o espectro da sociedade desde os anos 70 podem constituir a raiz de tal descrédito. Podemos também apontar que a crise da política começou com a crise dos partidos, cada vez menos ideológicos e activistas e cada vez mais eleitoralistas, tendo em vista o objectivo de ocupação de cargos, honras, posições de relevo e prossecução de interesses pessoais e corporativos e já não tanto de estado. Princípios, programas, projectos são conceitos cada vez mais substituídos pela ambição e eleitoralismo, afastando a opinião pública da sua crença nos partidos e, logo, na vida política.
A adopção do pragmatismo eleitoral, com a defesa de certos meios para atingir fins constitui um dos gérmenes do descrédito da vida política. Mesmo a esquerda assumiu este pragmatismo possibilista para alcançar o poder institucional pela via eleitoral, mesmo entre os Partidos Comunistas modernos. Aparece aqui a questão do utilitarismo, do "voto útil", que sacrifica ideologias: muitos partidos têm mais adesão popular quando se enquadram em movimentos sociais do que quando são sujeitos ao escrutínio popular, por ambição do poder institucional. Muitos cidadãos, por outro lado, têm também o seu utilitarismo, quando preferem votar num partido com possibilidades de triunfo em detrimento do partido em que sempre se reviram ideologicamente. Por isso, os partidos embarcam cada vez mais nesse utilitarismo pragmático, muitas vezes esvaziando conteúdos ideológicos e tornando-se, na prática, quase iguais aos seus adversários, o que cria desinteresse eleitoral, abstenção e afastamento da política ou militância partidária pelos cidadãos. Com o neoliberalismo e a globalização económica, que redundaram em assimetrias e desigualdades sociais crescentes, a população enveredou pelo individualismo e por uma opção de sobrevivência, perdendo confiança e interesse naqueles que eram antigamente os seus paladinos: os partidos e os sindicatos. A política já não interessa, já nada traz de novo. O fracasso do marxismo, ou do socialismo marxista, com a sua tradição militante e de activismo político e ideológico, ajudou também ao declínio da vida política, já que a direita é cada vez mais ultilitário-pragmática e sem propostas de militância como a esquerda, que na sua modernização se tem aproximado do centro pragmático, competitivo e eleitoralista, como tem feito também a direita.
Depois, a aplicação das políticas e medidas publicitadas eleitoralmente está longe de ser efectiva, devido às insuperáveis crises económicas, institucionais e militares, à absorvência global da economia, que retira autonomia e capacidade política e decisória aos estados nacionais, diminuindo o empenho da cidadania pela via política. O declínio do conceito de Estado também contribui para o declínio da militância política, já que há cada vez "menos Estado" e "mais indivíduo", logo menos ideologia e princípios e mais oportunidade, pragmatismo e carreira. Depois, os governantes e parlamentares estão cada vez menos comprometidos politicamente com os seus eleitores, dessintonizados com as necessidades nacionais, com a justiça social. A democracia pode ter "conquistado" o mundo nos últimos decénios, mas não foi acompanhada de vantagens económicas e sociais de relevo, nem para as maiorias nem para a juventude, maior alfobre de potencial militância política. A realização humana é cada vez mais difícil, e os jovens cada vez mais pessimistas. Daí que a democracia, enquanto sistema que mais privilegia a vida política e partidária dos cidadãos, esteja em crise, sendo ultrapassada pela pragmática crença no desenvolvimento económico. Uma grande parte, crescente, de cidadãos dos países empobrecidos da América Latina prefere hoje o autoritarismo com desenvolvimento económico do que a democracia, com liberdade e garantias, mas com pobreza e baixos índices de realização humana das maiorias.
As alternâncias sucessivas, as incríveis e inimagináveis alianças eleitoralistas, a baixa aplicabilidade de programas eleitorais, os jogos e corrupção política e a mestiçagem dos partidos com os grupos económicos, a par de maus dirigentes (péssima imagem pública) e de uma classe política sem sentido de estado ou de desenvolvimento social, crises agudas das economias, fraqueza dos sistemas políticos, guerras, desigualdades, podem ser vistos como as causas do declínio da militância política.
Como a vida política ao nível partidário, também os sindicatos têm conhecido declínio de militância. Depois do seu apogeu entre a Primeira Guerra Mundial e os anos 70/80, não só nos EUA e na Europa Ocidental, mas também no Leste, aqui mais marxistas, os anos 80 e os 90 do século XX marcam algum declínio. Assistencialistas e reinvindicalistas, os sindicatos viram o desenvolvimento tecnológico e as alterações político-económicas mundiais de finais do século passado, bem como a diluição ideológica da vida política, principalmente à esquerda, alterar-lhes a sua projecção social e política. As recuperações económicas de alguns sectores da sociedade, a diminuição do papel do Estado, o aumento do poder de compra dos cidadãos, o fim das políticas salariais indexadas em muitos países, as reestruturações de empresas e novos métodos de gestão dos chamados "recursos humanos", o novo perfil do trabalhador, mais terciário e mais temporário, como domiciliário e também cada vez mais qualificado, com melhorias na qualidade dos empregos ao nível da oferta regular e regulamentada, com greves cada vez menos frequentes, os sindicatos viram o enquadramento dos trabalhadores nas suas fileiras diminuir, bem como a sua importância social e o seu mediatismo, apesar da sua participação na concertação social ter subido."


"in Infopédia em linha"


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